Lux Evolution

LifeSwap é uma rede social conhecida como o AirBnB de carreiras. Isso porque a ferramenta online visa levar à rede um nível real de experiências profissionais. O sistema foi criado para ligar pessoas que procuram entrar em um setor específico à um profissional ou mesmo a uma empresa que esteja em busca de novos talentos. A vantagem é que essa troca diminui o stress da procura do primeiro emprego, pois já direciona os usuários à áreas que realmente lhe interessam e ajuda muitas empresas a encontrar novos talentos.

Os relatórios são enviados em um período de tempo predeterminado a um preço fixado pelo anfitrião, que seria o profissional disposto a compartilhar sua experiência. Atualmente há registrado um padeiro, um treinador de cães, um aluno de doutorado da Universidade de Stanford, uma artista, um professor de teatro e um organizador de eventos.

Aqueles que se interessarem podem registrar-se ou solicitar uma experiência de trabalho em particular com algum dos profissionais disponíveis. Houve alguns depoimentos de usuários do LifeSwap sobre ofertas de trabalho recebidas logo após passar um tempo em uma empresa a partir de uma oportunidade sugerida pela ferramenta.

Links Relacionados
https://thelifeswap.com/#/

Fonte: Blog 3M

As empresas estão em busca de novos profissionais de marketing e comunicação

Não é novidade que o mundo está em constante transformação no aspecto tecnológico. O Brasil, com o crescimento da economia, o aumento de investimentos internacionais e o acesso da nova classe média às diferentes tecnologias, vem se destacando nesse cenário. Diversas situações estão mudando, como o relacionamento entre as pessoas; a globalização dentro das corporações e entre elas; a interação das empresas com os consumidores; e o tempo de resposta, que se torna cada vez mais um diferencial de sucesso para as companhias.

Hoje as pessoas podem ficar conectadas em qualquer lugar, 24 horas por dia. A internet móvel e a um preço acessível nos colocou em um patamar de comunicação bem diferente da década de 90, quando a conectividade com o mundo ainda estava engatinhando. E o uso massivo das mídias sociais criou uma rede gigantesca e poderosa de informação e interação social e profissional.

No ambiente corporativo, esse novo cenário está mudando não apenas a relação entre os funcionários, a empresa e seus clientes, como os próprios departamentos internos. Uma área que vem se transformando é a de marketing e comunicação.

Para ser um profissional de comunicação e marketing é preciso ser proativo, comunicativo, criativo, saber fazer eventos e muitas outras questões já conhecidas. Mas hoje as companhias precisam mais do que isso e, dessa forma, estamos vendo emergir um novo perfil do profissional na área.

Hoje, o profissional de marketing e comunicação está envolvido com tudo que acontece na companhia onde trabalha. Ele precisa saber navegar dentro da empresa, estabelecer parcerias e desenvolver bons relacionamentos. Acabou a era do profissional isolado e trabalhando sozinho. Ter espírito conciliador, ser capaz de influenciar e engajar parceiros passa a ser condição de sucesso. Por outro lado, a empresa continua esperando que marketing e comunicação seja ousado e transgressor, que leve a empresa para um outro patamar de imagem e relacionamento com o mercado, portanto inovação e criatividade continuam sendo alicerces para esse profissional, que tem que gostar muito de experimentação, novas tecnologias e ser um condutor da introdução desse “novo” na empresa. Estamos falando de um novo profissional multimídia. Não basta apenas escrever bem, tem que saber produzir fotos, elaborar e editar bons vídeos e participar intensamente das redes sociais. Procura-se um profissional multi-tarefa.

As empresas estão cada vez mais em constantes transformações, trabalhos e projetos estão mais complexos, exigindo a capacidade de saber lidar com pressão e mudança contínua, trabalhar com equipes multi-disciplinares, em prazos apertados e desafiantes. Capacidade de liderar, integrar equipes e gerenciar projetos, bem como ter visão holística devem fazer parte do menu de competências.

A comunicação não está mais restrita somente ao departamento de comunicação corporativa. As paredes caíram. Comunicação externa e comunicação interna precisam trabalhar juntas e alinhadas. Hoje em dia, todos os funcionários são propagadores da marca da empresa, ou melhor, porta-vozes. Por isso, é essencial capacitá-los e torná-los agentes ativos nos programas de marketing e comunicação da empresa.

A enorme explosão de dados existente dentro das empresas permitirá o conhecimento e o melhor relacionamento com seus clientes. Plataformas computacionais sofisticadas possibilitarão que marketing e comunicação trabalhem com grandes massas de dados, sendo capazes de filtrar, analisar, gerar conhecimento, ajudar a empresa a tomar melhores decisões e obter um retorno de investimento de seus programas de forma mais assertiva e eficaz. Matemática e estatística passam a ser disciplinas importantes para o novo profissional, o que parece ser uma ironia para todos aqueles que optaram pela área para fugir dos números e fórmulas. Eu sempre brinco dizendo que estamos diante de uma nova disciplina chamada “matemarketing”. Quem quiser se destacar nesse mercado, tem que substituir a aversão aos números pela vontade e determinação em aproveitar as oportunidades que já estão aí.

Enfim, não espere que as empresas e as escolas desenvolvam esse novo profissional. Elas não sabem disso… ainda. Essa missão é pessoal e individual, está dentro de cada um. Se você é profissional de marketing e comunicação, faça disso o seu mantra e prepare-se para uma carreira de sucesso.

Artigo publicado no jornal Estado de São Paulo em 21/10/2012 e no blog da CRN

Fonte: AQO - A Quinta Onda

phytos:

Andy Callahan
(Para pensar…) O bom mocismo eliminou os rebeldes dentro das organizações

Por que as empresas hoje não estão inovando ou tendo ousadia? Porque o bom mocismo dentro das organizações eliminou os rebeldes. A afirmação não é minha, é de Walter Longo, que fez uma brilhante palestra na HSM recentemente. Eu assisti e anotei tudo. Aliás, o título desse post é dele também, foi ele que repetiu várias vezes que o bom mocismo eliminou os rebeldes dentro das empresas e que está faltando coragem hoje em dia nas empresas.

Eles diz que a maioria das empresas alega falta de recursos e processos para a escassez de inovação, mas a real razão é que as organizações estão expulsando os rebeldes de suas estruturas devido à política do “bom mocinho”, do trabalho em equipe, da inteligência emocional e coisas desse tipo. As organizações estão tirando as pessoas que pensam diferente, que incomodam, que questionam e que falam muito “por que”. Está faltando espaço para a rebeldia, para os questionadores e para o pensar diferente.

“Ihhh, lá vem de novo ele. Lá vem o chato. O cara não concorda com nada. Lá vem ele questionar de novo a mesma coisa”.

A obsessão das empresas em formarem grupos de visão homogênea e espírito de equipe acabam tirando o espaço para aquele cara que é “do contra” e que faz muitas perguntas. Ele logo se torna um intruso. As empresas hoje se preocupam mais em ter respostas do que perguntas, e isso tira o espaço para o questionamento, a transgressão e a ousadia.

Walter falou algo engraçado: “Uma organização só de acomodados quebra em 3 anos. Uma organização só de rebeldes quebra em 3 meses. É fundamental que uma empresa seja resultado da mescla de acomodados e rebeldes”. Ele disse que “estamos convivendo com uma geração de acomodados que estão se dando muito bem nas organizações. Os táticos assumiram o poder com uma excessiva visão de curto prazo. São lideranças que pensam igual, que não gostam de incomodar”. Perdemos muito da intuição e dos sonhos dos visionários e idealistas de antigas empresas. O mundo hoje exige a volta não somente de profissionais para as organizações, mas também de amadores, pessoas que amam aquilo que fazem, pessoas que lutam por uma ideia, que incomodam e não desistem facilmente. “Ninguém questiona mais nada. E quando questiona logo surge alguém para falar que aquele sujeito está incomodando e não está adequado à cultura da empresa”.

Empresas acham importante disseminar cultura. E é mesmo, porém não é só isso. Elas têm que nutrir a diversidade, mas não é a diversidade somente de gênero e inclusão de minorias. Estou falando de pluralidade de opiniões, pensamentos e visões. As empresas têm que nutrir os rebeldes. “Se a empresa não tem capacidade de nutrir rebeldes, então ela não tem um futuro assegurado numa era onde a imaginação não tem mais limite”.

Fonte: AOQ - A Quinta Onda

Como escrever melhor em 12 passos

Acho interessante a frase do Pelé que diz que “tudo é prática”, concordo porque quanto mais você faz o que acha que já sabe, melhor se torna. Escrever é uma das maiores provas disso.

Quando se trata de escrever bem, treinar é a melhor coisa que você pode fazer. Jack London dizia que escrevia 1000 palavras todos os dias. O professor de um amigo meu da Miami Ad School mandava ele criar mais de 150 opções de títulos para um único anúncio. Não importa quanto será aproveitado, o importante aqui é a prática. Quanto mais se escreve, maior o número de ramificações oriundos de uma mesma linha de pensamento e maior o número de atalhos para se chegar até eles. Ou seja, quanto mais se escreve, mais ideias se tem, e mais rápido se chega até elas.

Então, como escrever melhor? Simples.

1. Leia regularmente.
2. Escreva.
3. Escreva mais.
4. Escreva ainda mais.
5. Escreva ainda mais do que isso.
7. Escreva quando você quiser escrever.
6. Escreva quando você não quiser escrever.
8. Escreva quando você tiver algo a dizer.
9. Escreva quando você não tiver.
10. Escreva todos os dias.
11. Continue escrevendo.
12. Continue lendo.

[Lista adaptada do artigo “10 steps to becoming a better writer”]
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Fonte: Pequeno Guru